SP → SP · SP-330 (Anhanguera)
Ao acionar o GPS para a volta de Ribeirão Preto (SP) rumo a Piracicaba (SP), o painel marca novamente os 225 km que separam as duas cidades pela SP-330 (Anhanguera) e estima 2h39 para concluir o retorno. Ribeirão Preto, capital nacional do agronegócio sucroalcooleiro, despede-se pela janela traseira enquanto o veículo retoma o caminho de casa em direção a Piracicaba, polo sucroalcooleiro paulista e cidade-sede da Esalq/USP. Diferentemente do trecho de ida, é prudente verificar antes de partir o nível de combustível, a pressão dos pneus e qualquer alerta no painel, pois há menos margem para imprevistos quando o cansaço já se instalou. O abastecimento adicional gira em torno de R$ 125,05 para cobrir os mesmos 20.5 litros consumidos. O reembolso pelo trajeto de retorno chega a R$ 247,50 aplicando os R$ 1,10/km vigentes. Antes de estacionar na garagem, finalize o recibo Clara incluindo o KM final do hodômetro: o controle financeiro corporativo aceita o documento eletrônico sem necessidade de assinatura física. Para o profissional brasileiro que percorre os 225 km entre Ribeirão Preto e Piracicaba, o reembolso de R$ 247,50 costuma ser lançado como reembolso indenizatório no eSocial sob a rubrica 1808, sem incidência de INSS quando há comprovação cronológica anexada. Frotas corporativas brasileiras costumam adotar a tabela ANP como referência mensal. Emita NF-e (nota fiscal eletrônica) pelo combustível adquirido em a rede ANP de postos credenciados para abastecer a viagem; o documento serve simultaneamente como crédito de PIS/COFINS para a empresa contratante e como prova de despesa frente à Receita Federal do Brasil. Profissionais autônomos podem deduzir o trecho Ribeirão Preto→Piracicaba no Livro-Caixa do IRPF se a finalidade for explicitamente comercial.