SP → SP · SP-330 (Anhanguera)
Retornando de Ribeirão Preto (SP) para Bauru (SP), o trajeto recobre os mesmos 235 km da ida, predominantemente pela SP-330 (Anhanguera), completando aproximadamente 2h46 adicionais ao odômetro corporativo. Diferentemente do trecho de ida, o retorno costuma ser realizado no fim do expediente comercial, momento em que o tráfego pesado de caminhões interestaduais, o cansaço acumulado e a queda de luminosidade ao longo do percurso exigem atenção redobrada do condutor. Quem desejar otimizar o tempo de chegada em Bauru, polo logístico e ferroviário do Centro-Oeste paulista, pode considerar pernoitar em uma cidade intermediária com hospedagem corporativa e dividir a viagem em duas etapas mais curtas, reduzindo riscos de fadiga ao volante. O gasto com combustível mantém-se em torno de R$ 130,54 por trecho, totalizando aproximadamente 42.8 litros para a viagem completa quando somada à ida. O reembolso pelo retorno chega a R$ 258,50, fechando um total agregado dobrado para a jornada inteira. Registre cada perna separadamente no recibo Clara, com horários distintos de partida e chegada, para que a documentação reflita corretamente a movimentação real do veículo perante a auditoria. Para o profissional brasileiro que percorre os 235 km entre Ribeirão Preto e Bauru, o reembolso de R$ 258,50 costuma ser lançado como reembolso indenizatório no eSocial sob a rubrica 1808, sem incidência de INSS quando há comprovação cronológica anexada. Frotas corporativas brasileiras costumam adotar a tabela ANP como referência mensal. Emita NF-e (nota fiscal eletrônica) pelo combustível adquirido em a rede ANP de postos credenciados para abastecer a viagem; o documento serve simultaneamente como crédito de PIS/COFINS para a empresa contratante e como prova de despesa frente à Receita Federal do Brasil. Profissionais autônomos podem deduzir o trecho Ribeirão Preto→Bauru no Livro-Caixa do IRPF se a finalidade for explicitamente comercial.